segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Periódicos ciêntificos eletrônicos e o portal SEER


Surgidos no século XVII,os Periódicos vieram com uma mudança nos paradigmas, eles serviam como forma e publicar rapidamente novas ideias que poderiam ser rebatidas rapidamente,com os periódicos os pesquisadores economizavam tempo para ler muitos livros a ponto de encontrar a parte que mais lhes interessava. O mais importante dos Periódicos são suas funções, como registrar o conhecimento produzido, preservar a informação e mostrar os resultados a comunidade.



Hoje vou falar um pouco sobre periódicos eletrônicos.

Que são a evolução dos periódicos impressos do século XVII e que são mais rápidos, de mais baixo custo e mais fáceis de manter.

O que são periódicos científicos eletrônicos?

São publicações em volumes com periodicidade apresentando artigos dentro de uma regra anteriormente estabelecida, em meio virtual, pode ser tanto em site próprio como em portais especializados e apresentam tanto textos de colaboradores como uma equipe editorial especializada e colaboradora.


E o SEER?

SEER é o Sistemas Eletrônico de Editoração Revistas é um software que permite autonomia aos editores para criar suas revistas dentro de certo requisito que cada administrador faz. Como esse é o software recomendado pela CAPES, as principais universidades do país o utilizam. Com o SEER em pleno funcionamento no Brasil, temos uma maior facilidade de difundir as pesquisas, a baixo custo, pois em sua maioria os periódicos usam um bolsista, eu, por exemplo, fui bolsista de uma revista na plataforma SEER.
O responsável por traduzir e disponibilizar a plataforma é o IBICT que pertence ao Ministério de Ciência e Tecnologia,o sistema de recuperação de informação desse repositório em repositórios internacionais e nacionais,também ajudam a gerir as relações autor/leitor/editor.

O impacto dentro das comunidades cientificas foi bem acentuado, pois com o surgimento dos periódicos eletrônicos a comunidade ganhou rapidez para se comunicar, comunicar resultados, conheceras pesquisas de outros cientistas, assim podem-se firmar parcerias e pesquisas não são feitas em duas localidades ao mesmo tempo, assim não existe mais perda de tempo. 
Porém como nada são flores, percebi no período que trabalhei na revista Polis e Psique que com os periódicos eletrônicos e a rapidez e baixo custo de produção, muitos periódicos de baixa qualidade surgiram o que fez com que o trabalho do Qualis -portal do governo que avalia periódicos em categorias, de A1 até C- a cobrança de produção tornou-se desenfreada e sobre humana sobre os pesquisadores para que publiquem mais e mais e muitas vezes a quantidade faz com que esqueçam a qualidade muitas vezes em nome de manter um ritmo frenético para manter suas produções e manterem suas bolsas de pesquisa.
Retomando as funções são:
Comunicar os resultados de de pesquisa de forma rápida e eficaz.
Garantir a propriedade intelectual
Preservar os artigos e o conhecimento
Padronizar a qualidade cientifica.
Desvantagens:
Cobrança selvagem por quantidade de publicação por parte das entidades fornecedoras de bolsas e universidades
Alto prazo para publicações, algumas revistas como por exemplo psicologia teoria e pesquisa, pede um ano e meio para publicar um artigo devido a alta demanda.
Falta de avaliadores, já que a atividade não é remunerada.
Na UFRGS uma atitude de reconhecimento aos editores foi pedida já que a universidade não investe e não valoriza a atividade e essa foi uma pauta no encontro de editores com a pró-reitoria que aconteceu em maio de 2013 na faculdade de Arquitetura, encontro do qual eu participei.

Referencias:
ROZADOS, Helen. Periódicos científicos eletrônicos. Disponível em: <https://moodleinstitucional.ufrgs.br/mod/resource/view.php?id=528748>. Acesso em: 21 out. 2013.

ARELLANO, Miguel Ángel Márdero. SANTOS, Regina dos. FONSECA, Ramón da. SEER: disseminação de um sistema eletrônico para editoração de revistas científicas no Brasil. Disponível em: <http://eprints.rclis.org/17598/1/Miguel_Regina-Ramon.pdf>. Acesso em: 21 out. 2013.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Comunidades Virtuais

Com o advento da WEB 2.0 as comunidades sociais tornaram-se uma verdadeira febre entre as pessoas, essas comunidades servem para trocas de todos os tipos de informação de todos os gêneros e são também veículos para que as pessoas se conheçam compartilhem resultados de pesquisas e trabalhem juntas para um resultado mais rápido.

As comunidades são feitas normalmente em forma de fóruns menores com tema mais específicos. Um exemplo é o skoob que é uma rede social de leitores, escritores e editoras e que existe dentro dela “comunidades” de livros, escritores e marcadores; onde as pessoas podem trocar informações e conhecer outras pessoas que também gosta de ler, escrever e editar obras.

É claro que sempre devem, haver cuidados com os contatos feitos por nesses comunidades muitas vezes podem haver os famosos “fakes” que podem enganar as demais pessoas entre outras coisas.


Vou apresentar alguns exemplos de redes sócias e qual o nicho de cada uma, são apenas algumas não o total:
O Facebook é uma comunidade virtual que entre outras coisas pode fazer grupos particulares de discussão, troca de experiencias, noticias e até de indicação de trabalhos.

LinkedIn é uma comunidade profissional onde se trocam contatos e referencias de amigos ou pessoas do seu meio de trabalho.

SKOOB é uma comunidade de livros, autores e editoras onde as pessoas se comunicam com outras de gosto literário semelhante.

Youtube é uma comunidade de videos onde podemos trocar informações de videos, trocar videos, pesquisar videos ou ainda hospedar os videos feitos por nós.
Troca Figurinhas comunidade feita par apessoas que colecionam álbuns de figurinhas, que faz com que as pessoas troquem figurinhas com outras de todo o país e completem seus álbuns.


Bem, essas são algumas considerações sobre as comunidades virtuais.
Até a próxima!

REFERENCIAS:

ROZADOS, Helen. Tema 9: Comunidades virtuais e redes sociais. Disponível: https://moodleinstitucional.ufrgs.br/mod/resource/view.php?id=474149>. Acesso em: 07 out. 2013.
FACEBOOK. Disponível: <www.facebook.com.br>. Acesso em: 07 out. 2013.
SKOOB. Disponível: < http://www.skoob.com.br/>. Acesso em: 07 Out. 2013.
LINKEDIN. Disponível: < http://www.linkedin.com/>. Acesso em: 07 Out. 2013.
YOUTUBE. Disponível: <www.youtube.com>. Acesso em: 07 Out. 2013.
TROCA FIGURINHAS. Disponível: < www.trocafigurinhas.com> Acesso em: 07 out. 2013.